quarta-feira, 10 de agosto de 2016

ENTENDENDO O APOCALIPSE CAPÍTULO 4


O Trono, seres viventes e adoração celestial.
Capítulo 4

TEXTO DE REFERÊNCIA: Ap.4

Introdução:

                    O que é muito interessante em Apocalipse 4, além da descrição gloriosa que João começa a fazer sobre o céu, é a ordem cronológica em que este capítulo está situado. Aqui, João é arrebatado em espírito e vai até o terceiro céu, (O primeiro céu, os das nuvens, que podemos enxergar naturalmente, o segundo céu onde se encontra as estrelas e o universo, o terceiro céu, o habitat de Deus, onde está o trono de Deus).

                   Esta subida de João é uma figura do que será o Arrebatamento da Igreja. Embora João tenha tido a experiência de ter sido arrebatado ao céu, ele não foi o único a passar por isto. Paulo também descreve a mesma experiência, em II Co 12.2-9.

                   O propósito de Paulo ter sido arrebatado era mostrar que aquilo que olhos e ouvidos nunca ouviram, é o que Jesus tem preparado para Sua Igreja nos céus. No caso de João, o propósito de Jesus era explicar os acontecimentos futuros, entre Apocalipse 4 e 18. E somente após João ser arrebatado, ele então começa a descrever o período de Tribulação que ocorrerá aqui na terra. Ao longo da explicação de cada versículo, estes detalhes serão mais clarificados.

·         O Trono: Descrito em sua majestade e poder, nos versos 1 a 5, onde a figura de Deus pai, é vista assentada neste trono, mostra a glória de Deus, que está acima de qualquer entendimento racional humano. Ao redor existem 24 tronos e 24 anciões assentados, que certamente refere-se á um grupo de profetas e um grupo de apóstolos, solidificando a obra de Deus na humanidade em seus dois períodos o A.T, e o N.T, seguido da plenitude do espírito de Deus, em sua perfeição expressada pelo numero de Deus, sete.


·         Seres Viventes: Descritos nos versos 6 e 8, nos dão uma visão geral de coisas que estão além de nossa explicação, que existem no céu. Dt.29,29. Mas, em parte, entendemos que o Mar de vidro semelhante ao cristal, nos remete a perfeita transparência desse lugar, onde criaturas são vistas, e verdadeiramente seria especulativo dizer o que realmente são ou representam. Podem estas criaturas estar ligada a visão do profeta Isaias, em que anjos (criaturas) são vistos neste mesmo aspecto Is.6, como pode ser ainda uma visão diferenciada. Ao se falar Santo, por três vezes, nos faz compreender tamanha santidade de Deus, que de fato, nos faz compreender ser infinita.


·         Adoração Celestial: Nos versos 9 a 11, vemos a demonstração da verdadeira adoração, único ministério que subsistirá na eternidade, onde seu objetivo está de fato em enaltecer e engrandecer o nosso Deus. Criaturas celestiais, vinte quatro anciões, formam um conjunto de adoração terra e céu, onde se completa a exaltação ao único que merece toda a nossa adoração. Sem méritos pessoais, mas com intuito simples de reconhecimento da soberania de Deus, deveríamos está já nos preparando para adorar o nosso Deus eternamente.

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