quarta-feira, 29 de março de 2017

AS DUAS ÁRVORES



Texto de referência: Jo. 15.1-22.

Introdução:

A natureza, e tudo que existe em sua volta, são constantemente apresentadas e comparadas conosco nas sagradas escrituras. Árvores frutos, de todo tipo e espécie, entram em semelhanças com nossas condutas no desenrolar dos ensinamentos das escrituras, deixando sobre nós leitores da bíblia um conhecimento amplo dos desígnios de Deus através dos exemplos por Ele ensinados.

Quando lemos Sl. 1.3, vemos que o homem é comparado como uma árvore, e o nosso texto de referencia de João, nos mostra que temos dois tipos de qualidades de árvore (varas), de forma radicalmente distintas, uma que produz fruto e outra que nada produz.

  • A RAIZ.

Jesus é a Videira e nós somos os seus ramos Jo. 15.3. O texto também nos leva a entender que o próprio Deus, é o agricultor que cultiva e poda o que fora plantado, logo entendemos que:

-                     Quando estamos LIGADOS em Jesus que é a fonte de Vida, a raiz, nós damos frutos.

-                     Jesus é a SEIVA (O Alimento Principal), da árvore.

-                     Deus é o LAVRADOR, que cuida para o crescimento da ÁRVORE, para que deem frutos, Deus espera que todos deem FRUTOS.

Toda árvore (Homem ou Mulher) está sobre o domínio do próprio Deus. Ez. 17.24.

  • ÁRVORES INFRUTÍFERAS:

As árvores que cessam de dar frutos são as que já não tem em si a vida que provem da fé perseverante em Cristo. Essas árvores o Pai tira e separa da União com Cristo. Lc. 13. 6-9, Mc. 11. 13-14.

  • ÁRVORES FRUTÍFERAS:

As árvores que dão Frutos são as que têm vida em si por causa da sua perseverança na fé e no amor com Cristo, são pessoas que alem de serem exemplos de vida, usam os dons para ajudar outras pessoas. Ez. 47.12.


Conclusão:

A árvore (homem e mulher) produzirá ou não frutos, partindo do princípio daquilo a qual em seu crescimento foi assim gerada. Ou seja, que adubo recebeu se foi uma palavra genuína, ou se foram palavras sem fundamentos. Se o seu alimento foi em Jesus, “a seiva” que produz vida, ou se seu alimento estava em outras ideologias pagãs.

O homem e a mulher sempre produzirão aquilo ao qual lhes foram ensinados. Quando ainda velho homem, Jesus vem e é enxertado em nós, para modificar o nosso fruto produzido. Rm. 11.17.
            


Quer conhecer o homem ou uma mulher? Veja pelo seu fruto. Lc. 6.44.

quarta-feira, 22 de março de 2017

CRISE ESPIRITUAL



Texto de Referência: Is. 1.1-20.

Introdução

 Uma crise assola a igreja de forma devastadora. A problemática não está mais em um foco apenas ou em uma vertente, mas se tornou de várias vertentes e focos.

 Líderes que se sentem empresários, membros que se acham altos suficientes, mentiras de modo geral, pecados ocultos de todos os lados, fazem com que alguns fiéis entrem em crise ao ponto de desistir.

·                    Origem da Crise de espiritualidade

Vivemos em um estado de rebelião Is.1.2 contra os princípios da moral da palavra de Deus, muitos prostituem as escrituras para satisfazerem a sua carne com o pecado, com a politicagem dentro e fora da igreja, e com pregações do amor á si mesmo, em torno da lascívia. (luxuria e sensualidade exagerada)
      
 Outra manifestação da rebelião espiritual está em muitos com o conhecimento da letra, agir com soberba aos menos conhecedores, esquecendo estes que o conhecimento se perde sem o espírito de Deus. Jo. 15.5.

·                    Falta de conhecimento Is. 1.3, Jr. 9.24.

Vivemos dias e tempos em que o conhecimento da letra está a todo vapor.

As pessoas conhecem as escrituras de forma básica e os erros e acertos a luz da Bíblia se tornou algo compreendido por jovens de pouca idade.

A Falta de conhecimento mais agravante em nosso tempo está em não conhecer, ou ter desaprendido do que é o Espírito Santo de Deus.

Muitos vivem no apego ao pecado Is.1. 4, se esquecendo que o pecado nos leva para a morte,outros valorizam os sintomas da derrota na luta espiritual, entendendo que nada mais é espiritual, ou seja, é uma mera consequência do caminho tomado.

Ora, esquecemos-nos da alegria da primeira experiência de salvação, incluindo o desejo de estudar a Bíblia, da oração, do prazer em cultuar a Deus, e o verdadeiro sentido de pertencer a Jesus.

Vivemos o tempo do conhecimento da letra, mas praticamos o tempo do desconhecimento de um relacionamento com Cristo e o seu Espírito Santo.
  
Frutos negativos da Crise de Espiritualidade


·                       Ritualismo hipócrita, culto indiferente. Is. 1.11 e 14.

Presos pelo conhecimento da letra, dogmas e cerimônias, estamos em nossos dias presos dentro de uma igreja para realizar exames litúrgicos, examinar se os louvores foram bons, se o pregador realmente conhece as escrituras, ou se usou a metodologia teológica correta.

A Adoração genuína tem se perdido por causa das falas negativas que um aleluia, ou um glória Deus, poderá gerar na pessoa que está ao seu lado.

Perdeu-se a essência de adorar, agradecer, chorar aos pés de Cristo, pois o ritual é mais importante. Perdeu-se o primeiro amor Ap.2.2.


·                       Religiosidade estéril: Is.1.13 e 15.

Sacerdotes que metem, roubam, pecam, são imorais, constrangem pessoas com suas falas, membros que prostituem a moral cristã com suas vestes manchadas com o pecado, transitam na igreja e púlpitos de forma normal, natural e incessível ao Espírito Santo.

Estéril, pois não produzem mais o bem estar em suas ovelhas ou líderes sobre sua cobertura, onde a preocupação está nos ganhos financeiros, e nunca com a saúde espiritual do povo.

Para muitos o cristianismo se tornou um meio de enriquecimento ilícito, com a prática do comércio com vendas de igrejas, casas, carros, CDs, DVDs, shows e tantas outras coisas dentro do santuário.

 Situação esta que me faz pensar... Se Jesus vivesse na terra nos dias de hoje, não seria difícil outras situações de insatisfação que ele demonstrou no templo nos dias dele. Mt. 21.12.


 Como combater a crise da espiritualidade


·                       A graça de Deus Is.1.18.

Abandono radical do pecado, da soberba, da mentira, da hipocrisia, e principalmente gerar em si um espírito de paz.

Frequentar a casa de Deus sem ser um fiscalizador de dogmas, costumes ou coisa assim, mas preservar o entendimento da palavra que transforma sem necessidade de fatores humanos racionais, mas viver uma vida sadia aos olhos de Deus.

·                 O arrependimento genuíno: Is.1.16,17.

A prática das disciplinas espirituais ensinadas no texto acima, nos levará a passar pela crise espiritual, fazendo-nos melhores em cristo. Somente com a Santidade I Ts.3.13, verdade Fp.3.16, no espírito Gl. 5.16 e em caminhos retos Sl. 119.1, geraremos de fato uma libertação e assim genuinamente o arrependimento.


Conclusão:

As tribulações não podem nos atingir e nos destruir quando estamos em Cristo. Esquecer os homens e suas mentiras farão de nós pessoas mais alegres e acima de tudo espirituais, pois um imundo não pode ajudar outra pessoa nem a si mesma. Lc. 6. 39.


Devemos ter como alvo, uma vida espiritual com cristo, sem crise I Tm. 6.11.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

A Graça



TEXTO DE REFERÊNCIA: Ef. 2. 8-9.

INTRODUÇÃO:

            O que é graça?  Esta palavra tem uma importância central, se tornando uma palavra chave no cristianismo. É o ápice encontrado no Novo Testamento,  em todas as possíveis vertentes encontradas veremos ser a “graça”, maravilhosa e acima de tudo incomparável.

             A definição costumeira que falamos do significado de graça é a seguinte: “O favor imerecido que Deus concede ao Homem”, embora ser realmente isso, é incompleto tal conceito, pois, graça é um atributo de Deus, somente Dele, um Dom, ou um componente do caráter divino, onde através da demonstração de bondade ao homem de forma individual, ou a uma nação de forma global, é manifestada por Ele. Onde o pecado impregnado em meio à humanidade perde seu efeito, e sua bondade embora não merecedores, nos é doada gratuitamente, isto é, a graça nos garante de forma imerecida a salvação.

             O Novo Testamento nos apresenta um Deus em graça plena I Pe. 5.10, e o Espírito Santo, sendo o Espírito de graça Hb.10.29, estabelecendo um entendimento central de que a chave para se compreender o N.T, está em saber que a graça veio aos homens através do filho de Deus Jesus Cristo. A graça é o sumário e a substancia da fé do Novo Testamento. Sem a graça o Novo Testamento não faria sentido.

              Na septuaginta a escrita mais antiga do N.T para a língua grega, o termo de tradução de graça é charis que significa “favor imerecido” já na escritura hebraica, não se encontra nenhum termo hebraico equivalente, os termos originais hebraicos traduzidos para a septuaginta são chanan ou chen, que levam também ao traduzido “favor” ou “misericórdia”, a função destas palavras no hebraico mostram as misericórdias de Deus com homens de forma singular Gn.6.8; Gn.39.2; Êx 33.12,17, bem como aos que invocavam por misericórdia e com os pobres Sl.4.1; 6.2; Pv.14.31.

               Para muitos este significado se torna tão evasivo, que passam a compreender de forma errônea que a graça seria uma forma de recarregar as nossas baterias, administradas por meio das ordenanças religiosas e para outros não significa ou significou em algum momento, alguma coisa. Enquanto isso muitos gerem a religião em nome do cristianismo, negando totalmente a graça de Deus, através do legalismo doutrinário, onde se determina que a salvação dependa da lealdade a um sistema doutrinário eclesiástico, bem como das doutrinas do moralismo liberal, onde estabelece que uma pequena porção de bondade seja suficiente para alcançar a salvação pelo mecanismo graça. A graça não é gerida ou manifestada por nós, nunca foi um mecanismo metódico, mas é a essência de Deus ofertada a todos que assim desejam alcança-la.




·        A natureza da graça.

    Sua natureza tem como regra geral a gratuidade, pois o preceito coerente em sua interpretação e compreensão está em entender que o “favor imerecido” é a concessão que um suplicante acha aos olhos de um superior, no qual não se podia reivindicar tratamento favorável, mas nele encontra tal favor sem merecer.  Por isso é algo gratuito, pois (Deus) que manifesta a sua graça em favor de alguém (homem) não está obrigado a demonstra-la, ou seja, depende unicamente da vontade própria de Deus.

·        A riqueza da Graça.

A graça sempre será vinculada a obra de cruz de Cristo I Pe.1.10, que após a morte de cruz, todo o pecado outrora dominador do homem, encontra um novo antidoto que não apenas desfaz os efeitos do pecado mas, gera de dentro para fora uma transformação plena do homem visando algo duradouro e eterno Rm. 5.20,21.

Essa riqueza é extremamente ensinada e relatada por Paulo, ele nos ensina que a cruz de Cristo vem provar a realidade da graça divina, como a medida final para nós Rm. 5.8.  

Essa riqueza também nos leva a quatro pontos de garantias de transformação e alcance, que de forma imprescindível deverá ocorrer em nós.

1.      Redenção: Em Ef. 1.7, vemos que a redenção só ocorre após a morte de Cristo na cruz. Redenção é um caríssimo livramento do perigo, gerado pela nossa culpa no pecado, mas agora pela graça redentora seremos redimidos de todo o pecado Rm. 3.24; Tt. 3.7.

2.      Regeneração: É alcançada mediante a nossa união com Cristo em sua ressureição, ou seja, forma de se vivificar com Cristo Ef. 2.1-5. A regeneração é o complemento necessário com a redenção que gerará em nós a fé no redentor Ef. 2.8. Essa co-ressurreição nada mais é que um fruto da graça, Lucas nos dizia, os homens creem mediante a graça At.18.27, enquanto Deus os chama por sua graça Gl. 1.15.

3.      Eleição: Somos eleitos por Deus de forma irrestrita e incondicional, outrora ofensores culpados, agora transformados em chamados e justificados Ef. 1.3-12. Essa eleição se caracteriza pela graça, jamais pelas obras, isto é, não está na resposta dada por Deus a qualquer esforço ou mérito humano, que Deus pudesse ter previsto Rm. 11.6; II Tm. 1.9.

4.      Preservação: Deus gera sobre nós cuidados, pois somos agora alcançados pelo fruto da graça, e nos tornamos unidos com Deus em fé Jo. 10. 27,28; Ef. 4.18. Esta segurança de ser guardado está para os fiéis agora regenerados e discípulos de Cristo, onde passam, a saber, se mesmo caindo da graça Deus estará pronto para nos levantar novamente em graça Pv. 24.16, pois a graça nos faz alcançar as misericórdias de Deus Hb. 4.16, e com seu perdão somos levados ao efeito libertos em Cristo Jo. 10.10, no qual visa gerar em nós uma preservação para a eternidade Ap. 21.22.

CONCLUSÃO:

Sendo assim, entenda que a graça é o dom de Deus que gera sobre nós em fé a salvação.

Mas em meio à corrida pessoal de alcançar as bênçãos nesta terra, podemos sentir que não estamos sendo bem sucedidos nessas buscas, nesse caso devemos lembrar que temos uma garantia e certeza, de alcançar um novo céu, que a graça mediante a fé nos garante está disponível a todos nós. Tt. 2.11.

Enquanto ao sofrimento (dores, moléstias e doenças), se não obtivermos de Deus o milagre da cura, devemos lembrar que isto faz parte da condição humana, em virtude do pecado, do envelhecimento do corpo, ou da punição de Deus. Mas em tudo isto temos como exemplo Paulo que obteve a resposta de Deus, “a minha graça te basta” II Co. 12.9.

Em outras palavras a graça de Deus é suficiente para nos fortalecer em meio a qualquer provação, tentação ou período de sofrimento.

Maravilhosa, infinita e incomparável é a graça de Deus, se surpreenda viva debaixo da graça de Deus. Tt. 2.7-15.           


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

VIVENDO EM FÉ


Texto Referência: Hb. 11.1, I Co. 16.13

Introdução:

        É impossível viver uma vida para Deus sem ter fé. A fé é o combustível da vida cristã e por isso é um dos temas centrais do Cristianismo. Quem tem fé em Deus não é abalado pelas circunstâncias da vida, porque sabe que mesmo nos momentos de luta, o Senhor é fiel e as Suas promessas nunca são quebradas.

         E a boa notícia é que a fé é um elemento concentrado e poderoso, e esta acessível a todos. Um pouco de fé pode mudar a situação mais complicada que estivermos passando. A Bíblia relata a história de vários homens e mulheres que em fé fizeram a diferença no seu tempo. Seja através das adversidades ou da esperança a fé é o elemento único que pode unir a espera com a realização.

          Dois princípios básicos de alcance ou espera daquele que vive a fé, esta em alcançar as bênçãos Espirituais e Materiais.

  • ·         Bênçãos Espirituais. Em Jr. 17.14, nos mostra o que são bênçãos Espirituais. Cura e Salvação são os elementos esperados neste estágio, em que a fé se torna o elemento fundamental para se alcançar tais feitos.


1.    A Cura: está no físico (doenças e moléstias) e no espiritual (doenças da alma) onde Jesus Cristo de forma sobrenatural muda a realidade outrora sofrida para um estágio de graça, paz e nova realidade de vida. Todas as curas realizadas por Jesus em seu ministério terrestre exigiu daquele que estava enfermo o ato de acreditar, ou seja, a fé. (Evangelhos)

2.    Salvação: No livro de At. 16. 30,31 nos ensina a receita da salvação, onde mais uma vez a fé é colocada em evidência através da palavra crer. É impossível aceitar a salvação sem a fé, pois acreditar em novo céu e em uma nova terra se faz necessário ter um tempero a mais para acreditar nessa promessa feita por Jesus, e esse tempero se se chama fé.

  • ·         Bençãos Materiais. É o segundo estágio do princípio Benção, no livro de Dt. 8.18, nos mostra o princípio da promessa financeira e de multiplicação de nossos bens. É possível ser próspero e não deixar a presença de Deus, o que torna isto possível está em que o nosso coração entende como riquezas, em outras palavras, o que é mais precioso para nós? Mt. 6.21.


   A prosperidade material, ou Benção Material, se atrela á outras realidades de nível de complexidade extrema, pois Deus nos prova à fidelidade para exaltação pessoal, pois ele não divide a sua glória. Lc.16. 10,11.

     Nos momentos de provas, é onde a fé deve aparecer, e mostrar de que lado estamos, como Deus vai abençoar a vida de um homem, se ele não tem fé para dizimar nos momentos difíceis? Fp. 4. 12.
    
      Deus nos coloca no pouco, para nos provar em fé, se seremos fiéis nos dízimos e nas ofertas Mt. 25.21, nossas atitudes de fé nos levarão a lugares altos.


Conclusão:

          Sem fé é impossível agradar a Deus Hb. 11.6, sendo assim o que iremos escolher viver em fé ou sem ela. Pessoas nunca desfrutarão do sobrenatural, porque não vivem em busca do sobrenatural, estão presas a lógica e ao obvio, conquistam apenas o possível e natural, e nunca conhecerão e experimentarão o sobrenatural.


          Nossa infidelidade deve ser tratada e curada Os. 14.4, para desfrutarmos do melhor de Deus em nossas vidas. Ele quer te abençoar  em toda sua plenitude basta agirmos em fé, Ef. 1.3, viver em fé e simplesmente acreditar. 

          Deus não nos criou para vivermos conforme a música tocada, mas ele nos criou para compor a canção da vitória.  I Jo. 5.4.

Rev. ASD

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ALIANÇA


TEXTO DE REFERÊNCIA: Gn. 17 1-9.

Introdução:

Aliança... Esta palavra no novo testamento significa: aceitar a proposta que já foi estabelecida por Ele quando concordou em nos abençoar e nos perdoar; foi elaborada e assinada com o sangue de Jesus na cruz, lá no Calvário. É uma promessa estendida desde o Gênesis a nós nos dias de hoje. Aliança é Compromisso, lealdade incondicional, pacto firmado sem fim, com quatro aspectos importantes. Partes, Condições, Resultados e Garantias.

  • Partes. É relacionado a pessoas envolvidas, ou seja, uma aliança necessariamente precisa ter duas ou mais pessoas envolvidas, para se caracterizar uma aliança. Exemplos como de Abraão e Abimeleque Gn. 21.27, a de Deus para Davi a aliança Dadívica 2ª Sm. 7.4-16, e com  a nova aliança em Cristo entre nós e Deus pela fé. Esta aliança esta fundamentada em Rm 4, Hb 11. O pai o filho e o Espírito Santo como parte líder da aliança e nós em fé, completando e formando a aliança.

  • Condições. Toda aliança exige condições ou clausulas a serem cumpridas. E de acordo com elas uma fidelidade e obediência são exigidas para que não venha sofrer uma ruptura da aliança formada.

Fidelidade Gn. 39.8.1ª Sm. 18.3-4.,

Obediência 1ª Pe.1.22, 1ª Sm 15.22.


  • Resultados. Simplificando em duas partes os resultados se resumem em bênçãos ou em maldições. Quando estudamos Dt. 28 a 30. Aprendemos nestes capítulos a verdadeira essência dos resultados de uma aliança. Dt. 28.1-14 nos mostra as bênçãos, e Dt. 28.15-68 todas as maldições do resultado de uma aliança quebrada ou não aceita. Dt. 30.19.

  • Garantias. As garantias são feitas de forma que venha assegurar o cumprimento da aliança, que deve ser feita através de juramentos ou confissões que firmem o acordado. O próprio Deus em Hb. 6.13-14 demonstra a necessidade e o poder de um juramento. Quando assumimos algo perante os Homens, é automaticamente ligado perante Deus. Mt. 16. 18-19. Se jurarmos ser fiel até a morte com Cristo ou em um matrimonio... Torna-se uma aliança de garantias. O quebrar dela acarretará o relato lido em Dt. 28.15-68.

Conclusão:

Fazer uma aliança é algo muito sério, para ser banalizada por GRANDES homens que dizem serem líderes nos últimos dias. Seja Matrimonial, Ministerial, Administrativo enfim não importa a forma, aliança é aliança. A vida cristã é uma chamada à fidelidade a Deus. Ele espera que seus filhos sejam fiéis, assim como Ele é fiel! Ele nos ajuda a nos manter fiéis, ainda que venham as dificuldades e tentações 1ª Co. 10.13. Não quebre a sua aliança com Ele, seja um vencedor.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

ALEGRIA NO SENHOR


TEXTO DE REFERÊNCIA: Fp. 4.1-9.

Introdução:

             Em nossa vivencia pessoal, em grupo ou familiar, passamos por vários estágios contrários à normalidade da vida, se embaraçando com os problemas que ela nos impõe, ficando nós fatídicos a viver conforme as situações impostas momentâneas, se esquecendo das diversas exortações bíblicas que forjam em nós, um caráter de não permanecermos inconstantes, perdendo até o prazer do regozijo cotidiano. Devemos ser o povo mais feliz desta terra 1° Re. 1.40, que passe a contagiar e a influenciar o meio que vivemos.

              Quando entendemos isto, passamos a praticar e exercer pontos importantes no Reino de Deus, que trás sobre nós reflexos de júbilo e regozijo. Vejamos a seguir duas qualidades que nos deixará em alegria.

  • A LEI DA SEMEADURA. É algo primordial e necessário para um servo fiel. Pois se não somos semeadores, não seremos colhedores e nem mesmo influenciadores neste mundo. Muitos não semeam mais porque ficam a observar e valorizar as tempestades e vendavais que às vezes passam ao nosso redor, Ec. 11.4, se esquecendo de que colheremos segundo as nossas sementes lançadas, Gl. 6.7, seja em tempo de paz ou de guerra, a alegria deve está estampada em nosso rosto. Sl. 126.6.

  • A VIRTUDE DO ESPERAR. Como esperar o que não se vê? Rm. 8,24-26 esta é a lição mais importante em um cristão. O mundo nos induz ao imediatismo nos deixando sem a virtude da paciência necessária para alcançarmos as bênçãos de Deus (Fruto do Espírito) em nossas vidas. Esta virtude nos ensina a suportar males com resignação, pois devemos sempre esperar com paciência. 2° Tm. 2.24.


Conclusão: A nossa maior alegria deve ser a garantia da salvação, Sl. 32.11, nós somos justificados e perdoados pelo Senhor, através do arrependimento genuíno. A alegria esta nessa garantia de saber que Deus nos dá a salvação de forma irrevogável, basta que permanecermos fiéis. Se deixarmos ele nos gerenciar por completo certamente alcançaremos infinitamente mais. Sl. 37.4-5, pois o prazer em regozijar e jubilar deve ser manifesta no povo de Deus. Pois ele é e sempre será nossa fonte e motivo da nossa alegria.

“A ALEGRIA DO SENHOR, É A NOSSA FORÇA.”

                                                                                                    

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Entendendo o Apocalipse Capítulo 5.


Digno é o cordeiro.

Capítulo 5.
TEXTO DE REFERÊNCIA: Ap.5.

Introdução:

                    Um novo rumo de acontecimentos começa a ser visto a partir deste capítulo, onde o livro de Daniel especialmente as setentas semanas, nos faz um paralelo com o acontecido, bem como nos dá um melhor esclarecimento dos fatos relatados em apocalipse. Dn. 7.9.14.

                   Veremos uma série de acontecimentos previstos para um tempo em que, a calamidade na humanidade sofrerá impactos do mundo espiritual, no qual se materializará de forma drástica, levando sofrimento e dor para um povo que não escolheu servir a Deus em seu devido tempo.

                  Nesse momento as teorias de salvação serão colocadas em prova, mostrando assim realmente o que sempre esteve bem claro nas escrituras. Ap.2.7.

·         Na mão direita um livro: Um livro na mão direita, no formato de um rolo, ou pergaminho, estava pronto para ser aberto por alguém, que era o único detentor para tal feito. Este é o tema principal de apocalipse 5. Um texto rico em seus sinais demonstra a importância deste livro, bem como existir um único detentor do direito em abri-lo. Um livro que revela a sua complexidade por está escrito por dentro e por fora.

Por está na mão direita, nos faz compreender tamanha importância deste livro, pois mão direita representa na história bíblica, a benção da primogenitura Gn. 48.13-18 posição de honra I Re. 2.19 e também de onde vem o castigo de Deus para os inimigos Dele. Hb. 2.16.

·         O Leão da tribo de Judá. O leão é um animal forte e dominador, que representa o poder real Pv. 30.30. É citado muitas vezes na Bíblia para representar o poder destrutivo que despedaça o inimigo Sl 7.2; 22.13; Jr 4.7. Representa a coragem daquele que não desiste quando ameaçado Pv. 28.1. Não há dúvida de que Jesus, descendente legítimo de Davi, seja o Leão de Judá.

·         A Raiz de Davi: As imagens de poder e realeza envolvem a linhagem real de Davi. Isaías 11 profetiza sobre o renovo, ou rebento, que surge das raízes de Jessé, pai de Davi. É uma profecia importante sobre o rei messiânico, cumprida em Jesus e confirmada por esta citação no Apocalipse. Paulo aplica a mesma profecia de Isaías a Jesus Rm 15.8-13. Em Apocalipse, Jesus mesmo afirma ser esta Raiz. Ap. 22.16.

·         Sete chifres: As outras vezes no livro que encontraremos figuras com chifres serão os inimigos de Deus. Mas aqui, o Cordeiro tem sete chifres. Como já observamos, este Cordeiro é o grande Vencedor. Ele tem poder para resistir e derrotar os inimigos. Os cristãos não foram deixados sem defesa. O seu Cordeiro pascal tem chifres. É o Leão!

·         Sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus: Mais uma vez, refere-se aos sete Espíritos, esta vez como olhos enviados por Deus “por toda a terra”, enfatizando a onisciência do Espírito Santo. Ap. 1.4; 3.1; 4.5.


Ainda acontecerão muitas coisas no Apocalipse, mas a cena apresentada nos capítulos 4 e 5 nos mostra a realidade eterna da soberania e dignidade do Pai e do Filho. As vozes dos servos de Deus na terra se juntam às vozes dos servos no céu na adoração constante, que continuará para toda a eternidade. O nosso Criador merece esta honra. O nosso Redentor também. Os selos serão abertos e o início dos ais virá...

AS DUAS ÁRVORES

Texto de referência: Jo. 15.1-22. Introdução: A natureza, e tudo que existe em sua volta, são constantemente apresentadas e co...