domingo, 18 de março de 2018




...Não há nada que se possa esconder de Deus. Em toda a criação, tudo está descoberto e aberto diante dos seus olhos, e é a ele que todos nós teremos de prestar contas... Hb 4.13.
Vivemos hoje em um tempo de mentiras e ocultismos nas igrejas.
Muitos pastores, líderes, obreiros e membros de modo geral, vivem uma vida em pecado extremo em cima dos nossos altares, vivendo como hipócritas, pensando que a mentira ficará sempre encoberta.
Uma geração muito doente, onde os anciões no qual deveriam ser o exemplo dos mais jovens vivem uma vida de prostituição tão intensa, que estão assim estragando o crescimento de uma juventude com caráter e moral ilibado.
E o pior de tudo é que estes homens e mulheres que se autodenominam “usados por Deus”, são normalmente falsos moralistas, vê demônio em tudo, seus adversários são constantemente visto morrendo, empunham uma falsa espada de justiça, são preconceituosos nas falas, vestem uma capa de santidade, que sinceramente, não passam de sepulcros caiados.
A maior problemática está nos Pastores dos templos, no qual deveriam zelar pela casa de Deus, mas se perderam em vigiar e orar, e ainda ocultam seus pecados e de outros...
Continue sendo falso (a), mentiroso (a), pregando em pecado e caluniando os inocentes, afinal pecado não é para você, pois o ápice da santidade te alcançou.
A hora vai chegar e o joio vai ser queimado.
Arrependa-se enquanto há tempo...

sexta-feira, 16 de março de 2018





O jugo é uma “canga” (também chamada de parelha) utilizada para unir a capacidade física de dois animais (geralmente bois) na execução de trabalhos no campo.

Sendo assim, o jugo (canga) nada mais é do que uma peça de madeira, pesada colocada sobre o pescoço dos animais para que juntos possam arrastar uma carroça ou um arado. 

É necessário que os animais escolhidos para trabalharem juntos na parelha sejam similares, tanto em porte quanto em saúde e vigor.

Quando um animal menor ou mais fraco é colocado com outro animal maior e mais forte, certamente a tarefa não será executada, e no máximo eles andaram em círculos, pendendo para um dos lados devido à diferença de tamanho e força. Logo, o problema nessa situação é o “jugo desigual”.

Em Deuteronômio 22.10 encontramos uma recomendação direta sobre o jugo desigual no sentido literal, onde lemos: “Com boi e com jumento não lavrarás juntamente”.

É exatamente essa figura da inutilidade e disparidade de dois animais unidos por uma canga na execução de uma tarefa, que o apóstolo Paulo utiliza em seu texto.

No entanto, para entendermos corretamente o que ele pretendia dizer quando utilizou a expressão “jugo desigual” precisamos considerar o contexto da passagem em que tal expressão aparece.

Estamos falando de II Co 6 , onde encontramos recomendações práticas do apóstolo com relação à vida cristã que se estendem até o capítulo 7.
A maioria dos cristãos interpreta essa expressão como uma referência ao casamento de um crente com um incrédulo, ou à sociedade comercial entre duas pessoas nestas condições. Entretanto, não é exatamente sobre isso que o texto trata.

Em II Co 11.13-15 Paulo fala sobre a atividade dos falsos apóstolos, “obreiros fraudulentos”, (Faz de conta que você não conhece nenhum) que afirmavam ser cristãos, mas, na verdade, eram servos de Satanás. Assim, o apóstolo estava advertindo os cristãos de Corinto a não receberem esses falsos obreiros, pois ao se juntarem a eles, ou se sujeitarem a autoridade fraudulenta que eles alegavam ter, haveria uma distorção do próprio ministério da Igreja de Cristo ali estabelecida.

O texto original em grego enfatiza a ideia de que colocar-se em jugo desigual significa estabelecer ligação com uma pessoa que é completamente diferente, que nesse caso, eram os falsos apóstolos que não eram membros verdadeiros da família da fé.

Esse é o contexto da passagem e a correta interpretação da expressão “jugo desigual” utilizada por Paulo. O apóstolo estava tratando do problema de pessoas que frequentemente tentavam influenciar os cristãos de Corinto a adotarem práticas pagãs.

Vimos que o princípio geral das recomendações do apóstolo é a clara recomendação à separação entre cristãos e pagãos, e aqui estão inclusos os que se dizem cristãos, mas não vivem como tal.
É possível aplicar esse princípio a outras situações, desde que tal aplicação seja feita com bastante critério e discernimento.

É interessante pensar que uma boa aplicação para o ensinamento do apóstolo nos dias atuais ninguém faz, que é a pratica, cada vez mais comum, de igrejas abraçarem falsos profetas que pregam um “outro evangelho” e reconhecerem tais pessoas como “usadas por Deus”. Isto é o mais claro exemplo do que é se submeter a um jugo desigual, no entanto ninguém se lembra disto.

Também é verdade que no Novo Testamento não existe uma exortação que enquadre tal prática como um tipo de pecado (união entre cristãos e incrédulos), porém encontramos várias recomendações acerca dos perigos e consequências resultantes desse tipo de união.

O ponto da questão que deve ser analisado é o seguinte: Que tipo de situação ou relacionamento poderá me colocar em situação difícil perante minha aliança com Deus e o padrão de vida que sou instruído a ter mediante a sua Palavra?

Ora, se uma pessoa muda sua visão de fé, é porque você nunca realmente teve certeza naquilo que vivia. E de certa forma a bíblia nos fala que dois estarão em um campo e um será levado e o outro deixado Mt. 24.40, lembra-se deste texto?

A questão medíocre de alguns nesse tema, está em esquecer de que a salvação é individual e que o pecado não é carnal e sim espiritual, e se vivemos com Cristo somos protegidos e guardados por ele em todas circunstancias.

Pergunto aos fanáticos religiosos, o que dizer desse texto? “E se alguma mulher (ou homem) tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. Porque o marido descrente é santificado pela mulher; e a mulher descrente é santificada pelo marido; de outra sorte os vossos filhos seriam imundos; mas agora são santos. Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz” I Co 7.13-15.

Já na questão das sociedades comerciais. Como foi dito, é preciso muito discernimento em questões assim, até porque há pessoas que adotam uma posição tão radical quanto a isto que, tentando acertar, acabam praticando um verdadeiro desserviço ao Evangelho, sem contar a desonestidade dos “crentes” em não cumprir com seus compromissos.

Vale lembrar que nenhum escritor do Novo Testamento alguma vez aconselhou os cristãos a não se associarem, em nenhuma hipótese, com os descrentes, na verdade, o próprio Paulo falou que algo desse tipo só seria possível se saíssemos do mundo I Co 5.9-11.
O que somos alertados é que não devemos nos submeter a situações em que, de alguma forma, pessoas que não compartilham da mesma fé e entendimento que temos, possam interferir diretamente sobre as ações e resultados de nossas vidas, pois assim, em alguns aspectos, seriamos inúteis, andando em círculos, tal como um animal grande e forte trabalhando ao lado de outro pequeno e fraco. Sob esse aspecto, esse tipo de situação pode significar um jugo desigual.

Não seria jugo desigual dois “crentes” dentro da igreja casados vivendo uma mentira ou uma espécie de casca (esta cheio hoje em nosso meio) onde a traição, calunia, mentiras e prostituição vivem camufladas e até ocultadas por alguns líderes da igreja?

Não seria uma espécie de jugo desigual com o propósito real do cristianismo, ser uma pessoa preconceituosa aos descrentes e assim não levar até eles o entendimento real do cristianismo por não se encontrarem na mesma fé?

Pessoas que sabem quem são realmente não se levam a correntes hipócritas e mudam a sua fé... Zele por sua fé, e nunca esqueça, a salvação é individual.



quarta-feira, 29 de março de 2017

AS DUAS ÁRVORES



Texto de referência: Jo. 15.1-22.

Introdução:

A natureza, e tudo que existe em sua volta, são constantemente apresentadas e comparadas conosco nas sagradas escrituras. Árvores frutos, de todo tipo e espécie, entram em semelhanças com nossas condutas no desenrolar dos ensinamentos das escrituras, deixando sobre nós leitores da bíblia um conhecimento amplo dos desígnios de Deus através dos exemplos por Ele ensinados.

Quando lemos Sl. 1.3, vemos que o homem é comparado como uma árvore, e o nosso texto de referencia de João, nos mostra que temos dois tipos de qualidades de árvore (varas), de forma radicalmente distintas, uma que produz fruto e outra que nada produz.

  • A RAIZ.

Jesus é a Videira e nós somos os seus ramos Jo. 15.3. O texto também nos leva a entender que o próprio Deus, é o agricultor que cultiva e poda o que fora plantado, logo entendemos que:

-                     Quando estamos LIGADOS em Jesus que é a fonte de Vida, a raiz, nós damos frutos.

-                     Jesus é a SEIVA (O Alimento Principal), da árvore.

-                     Deus é o LAVRADOR, que cuida para o crescimento da ÁRVORE, para que deem frutos, Deus espera que todos deem FRUTOS.

Toda árvore (Homem ou Mulher) está sobre o domínio do próprio Deus. Ez. 17.24.

  • ÁRVORES INFRUTÍFERAS:

As árvores que cessam de dar frutos são as que já não tem em si a vida que provem da fé perseverante em Cristo. Essas árvores o Pai tira e separa da União com Cristo. Lc. 13. 6-9, Mc. 11. 13-14.

  • ÁRVORES FRUTÍFERAS:

As árvores que dão Frutos são as que têm vida em si por causa da sua perseverança na fé e no amor com Cristo, são pessoas que alem de serem exemplos de vida, usam os dons para ajudar outras pessoas. Ez. 47.12.


Conclusão:

A árvore (homem e mulher) produzirá ou não frutos, partindo do princípio daquilo a qual em seu crescimento foi assim gerada. Ou seja, que adubo recebeu se foi uma palavra genuína, ou se foram palavras sem fundamentos. Se o seu alimento foi em Jesus, “a seiva” que produz vida, ou se seu alimento estava em outras ideologias pagãs.

O homem e a mulher sempre produzirão aquilo ao qual lhes foram ensinados. Quando ainda velho homem, Jesus vem e é enxertado em nós, para modificar o nosso fruto produzido. Rm. 11.17.
            


Quer conhecer o homem ou uma mulher? Veja pelo seu fruto. Lc. 6.44.

quarta-feira, 22 de março de 2017

CRISE ESPIRITUAL



Texto de Referência: Is. 1.1-20.

Introdução

 Uma crise assola a igreja de forma devastadora. A problemática não está mais em um foco apenas ou em uma vertente, mas se tornou de várias vertentes e focos.

 Líderes que se sentem empresários, membros que se acham altos suficientes, mentiras de modo geral, pecados ocultos de todos os lados, fazem com que alguns fiéis entrem em crise ao ponto de desistir.

·                    Origem da Crise de espiritualidade

Vivemos em um estado de rebelião Is.1.2 contra os princípios da moral da palavra de Deus, muitos prostituem as escrituras para satisfazerem a sua carne com o pecado, com a politicagem dentro e fora da igreja, e com pregações do amor á si mesmo, em torno da lascívia. (luxuria e sensualidade exagerada)
      
 Outra manifestação da rebelião espiritual está em muitos com o conhecimento da letra, agir com soberba aos menos conhecedores, esquecendo estes que o conhecimento se perde sem o espírito de Deus. Jo. 15.5.

·                    Falta de conhecimento Is. 1.3, Jr. 9.24.

Vivemos dias e tempos em que o conhecimento da letra está a todo vapor.

As pessoas conhecem as escrituras de forma básica e os erros e acertos a luz da Bíblia se tornou algo compreendido por jovens de pouca idade.

A Falta de conhecimento mais agravante em nosso tempo está em não conhecer, ou ter desaprendido do que é o Espírito Santo de Deus.

Muitos vivem no apego ao pecado Is.1. 4, se esquecendo que o pecado nos leva para a morte,outros valorizam os sintomas da derrota na luta espiritual, entendendo que nada mais é espiritual, ou seja, é uma mera consequência do caminho tomado.

Ora, esquecemos-nos da alegria da primeira experiência de salvação, incluindo o desejo de estudar a Bíblia, da oração, do prazer em cultuar a Deus, e o verdadeiro sentido de pertencer a Jesus.

Vivemos o tempo do conhecimento da letra, mas praticamos o tempo do desconhecimento de um relacionamento com Cristo e o seu Espírito Santo.
  
Frutos negativos da Crise de Espiritualidade


·                       Ritualismo hipócrita, culto indiferente. Is. 1.11 e 14.

Presos pelo conhecimento da letra, dogmas e cerimônias, estamos em nossos dias presos dentro de uma igreja para realizar exames litúrgicos, examinar se os louvores foram bons, se o pregador realmente conhece as escrituras, ou se usou a metodologia teológica correta.

A Adoração genuína tem se perdido por causa das falas negativas que um aleluia, ou um glória Deus, poderá gerar na pessoa que está ao seu lado.

Perdeu-se a essência de adorar, agradecer, chorar aos pés de Cristo, pois o ritual é mais importante. Perdeu-se o primeiro amor Ap.2.2.


·                       Religiosidade estéril: Is.1.13 e 15.

Sacerdotes que metem, roubam, pecam, são imorais, constrangem pessoas com suas falas, membros que prostituem a moral cristã com suas vestes manchadas com o pecado, transitam na igreja e púlpitos de forma normal, natural e incessível ao Espírito Santo.

Estéril, pois não produzem mais o bem estar em suas ovelhas ou líderes sobre sua cobertura, onde a preocupação está nos ganhos financeiros, e nunca com a saúde espiritual do povo.

Para muitos o cristianismo se tornou um meio de enriquecimento ilícito, com a prática do comércio com vendas de igrejas, casas, carros, CDs, DVDs, shows e tantas outras coisas dentro do santuário.

 Situação esta que me faz pensar... Se Jesus vivesse na terra nos dias de hoje, não seria difícil outras situações de insatisfação que ele demonstrou no templo nos dias dele. Mt. 21.12.


 Como combater a crise da espiritualidade


·                       A graça de Deus Is.1.18.

Abandono radical do pecado, da soberba, da mentira, da hipocrisia, e principalmente gerar em si um espírito de paz.

Frequentar a casa de Deus sem ser um fiscalizador de dogmas, costumes ou coisa assim, mas preservar o entendimento da palavra que transforma sem necessidade de fatores humanos racionais, mas viver uma vida sadia aos olhos de Deus.

·                 O arrependimento genuíno: Is.1.16,17.

A prática das disciplinas espirituais ensinadas no texto acima, nos levará a passar pela crise espiritual, fazendo-nos melhores em cristo. Somente com a Santidade I Ts.3.13, verdade Fp.3.16, no espírito Gl. 5.16 e em caminhos retos Sl. 119.1, geraremos de fato uma libertação e assim genuinamente o arrependimento.


Conclusão:

As tribulações não podem nos atingir e nos destruir quando estamos em Cristo. Esquecer os homens e suas mentiras farão de nós pessoas mais alegres e acima de tudo espirituais, pois um imundo não pode ajudar outra pessoa nem a si mesma. Lc. 6. 39.


Devemos ter como alvo, uma vida espiritual com cristo, sem crise I Tm. 6.11.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

A Graça



TEXTO DE REFERÊNCIA: Ef. 2. 8-9.

INTRODUÇÃO:

            O que é graça?  Esta palavra tem uma importância central, se tornando uma palavra chave no cristianismo. É o ápice encontrado no Novo Testamento,  em todas as possíveis vertentes encontradas veremos ser a “graça”, maravilhosa e acima de tudo incomparável.

             A definição costumeira que falamos do significado de graça é a seguinte: “O favor imerecido que Deus concede ao Homem”, embora ser realmente isso, é incompleto tal conceito, pois, graça é um atributo de Deus, somente Dele, um Dom, ou um componente do caráter divino, onde através da demonstração de bondade ao homem de forma individual, ou a uma nação de forma global, é manifestada por Ele. Onde o pecado impregnado em meio à humanidade perde seu efeito, e sua bondade embora não merecedores, nos é doada gratuitamente, isto é, a graça nos garante de forma imerecida a salvação.

             O Novo Testamento nos apresenta um Deus em graça plena I Pe. 5.10, e o Espírito Santo, sendo o Espírito de graça Hb.10.29, estabelecendo um entendimento central de que a chave para se compreender o N.T, está em saber que a graça veio aos homens através do filho de Deus Jesus Cristo. A graça é o sumário e a substancia da fé do Novo Testamento. Sem a graça o Novo Testamento não faria sentido.

              Na septuaginta a escrita mais antiga do N.T para a língua grega, o termo de tradução de graça é charis que significa “favor imerecido” já na escritura hebraica, não se encontra nenhum termo hebraico equivalente, os termos originais hebraicos traduzidos para a septuaginta são chanan ou chen, que levam também ao traduzido “favor” ou “misericórdia”, a função destas palavras no hebraico mostram as misericórdias de Deus com homens de forma singular Gn.6.8; Gn.39.2; Êx 33.12,17, bem como aos que invocavam por misericórdia e com os pobres Sl.4.1; 6.2; Pv.14.31.

               Para muitos este significado se torna tão evasivo, que passam a compreender de forma errônea que a graça seria uma forma de recarregar as nossas baterias, administradas por meio das ordenanças religiosas e para outros não significa ou significou em algum momento, alguma coisa. Enquanto isso muitos gerem a religião em nome do cristianismo, negando totalmente a graça de Deus, através do legalismo doutrinário, onde se determina que a salvação dependa da lealdade a um sistema doutrinário eclesiástico, bem como das doutrinas do moralismo liberal, onde estabelece que uma pequena porção de bondade seja suficiente para alcançar a salvação pelo mecanismo graça. A graça não é gerida ou manifestada por nós, nunca foi um mecanismo metódico, mas é a essência de Deus ofertada a todos que assim desejam alcança-la.




·        A natureza da graça.

    Sua natureza tem como regra geral a gratuidade, pois o preceito coerente em sua interpretação e compreensão está em entender que o “favor imerecido” é a concessão que um suplicante acha aos olhos de um superior, no qual não se podia reivindicar tratamento favorável, mas nele encontra tal favor sem merecer.  Por isso é algo gratuito, pois (Deus) que manifesta a sua graça em favor de alguém (homem) não está obrigado a demonstra-la, ou seja, depende unicamente da vontade própria de Deus.

·        A riqueza da Graça.

A graça sempre será vinculada a obra de cruz de Cristo I Pe.1.10, que após a morte de cruz, todo o pecado outrora dominador do homem, encontra um novo antidoto que não apenas desfaz os efeitos do pecado mas, gera de dentro para fora uma transformação plena do homem visando algo duradouro e eterno Rm. 5.20,21.

Essa riqueza é extremamente ensinada e relatada por Paulo, ele nos ensina que a cruz de Cristo vem provar a realidade da graça divina, como a medida final para nós Rm. 5.8.  

Essa riqueza também nos leva a quatro pontos de garantias de transformação e alcance, que de forma imprescindível deverá ocorrer em nós.

1.      Redenção: Em Ef. 1.7, vemos que a redenção só ocorre após a morte de Cristo na cruz. Redenção é um caríssimo livramento do perigo, gerado pela nossa culpa no pecado, mas agora pela graça redentora seremos redimidos de todo o pecado Rm. 3.24; Tt. 3.7.

2.      Regeneração: É alcançada mediante a nossa união com Cristo em sua ressureição, ou seja, forma de se vivificar com Cristo Ef. 2.1-5. A regeneração é o complemento necessário com a redenção que gerará em nós a fé no redentor Ef. 2.8. Essa co-ressurreição nada mais é que um fruto da graça, Lucas nos dizia, os homens creem mediante a graça At.18.27, enquanto Deus os chama por sua graça Gl. 1.15.

3.      Eleição: Somos eleitos por Deus de forma irrestrita e incondicional, outrora ofensores culpados, agora transformados em chamados e justificados Ef. 1.3-12. Essa eleição se caracteriza pela graça, jamais pelas obras, isto é, não está na resposta dada por Deus a qualquer esforço ou mérito humano, que Deus pudesse ter previsto Rm. 11.6; II Tm. 1.9.

4.      Preservação: Deus gera sobre nós cuidados, pois somos agora alcançados pelo fruto da graça, e nos tornamos unidos com Deus em fé Jo. 10. 27,28; Ef. 4.18. Esta segurança de ser guardado está para os fiéis agora regenerados e discípulos de Cristo, onde passam, a saber, se mesmo caindo da graça Deus estará pronto para nos levantar novamente em graça Pv. 24.16, pois a graça nos faz alcançar as misericórdias de Deus Hb. 4.16, e com seu perdão somos levados ao efeito libertos em Cristo Jo. 10.10, no qual visa gerar em nós uma preservação para a eternidade Ap. 21.22.

CONCLUSÃO:

Sendo assim, entenda que a graça é o dom de Deus que gera sobre nós em fé a salvação.

Mas em meio à corrida pessoal de alcançar as bênçãos nesta terra, podemos sentir que não estamos sendo bem sucedidos nessas buscas, nesse caso devemos lembrar que temos uma garantia e certeza, de alcançar um novo céu, que a graça mediante a fé nos garante está disponível a todos nós. Tt. 2.11.

Enquanto ao sofrimento (dores, moléstias e doenças), se não obtivermos de Deus o milagre da cura, devemos lembrar que isto faz parte da condição humana, em virtude do pecado, do envelhecimento do corpo, ou da punição de Deus. Mas em tudo isto temos como exemplo Paulo que obteve a resposta de Deus, “a minha graça te basta” II Co. 12.9.

Em outras palavras a graça de Deus é suficiente para nos fortalecer em meio a qualquer provação, tentação ou período de sofrimento.

Maravilhosa, infinita e incomparável é a graça de Deus, se surpreenda viva debaixo da graça de Deus. Tt. 2.7-15.           


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

VIVENDO EM FÉ


Texto Referência: Hb. 11.1, I Co. 16.13

Introdução:

        É impossível viver uma vida para Deus sem ter fé. A fé é o combustível da vida cristã e por isso é um dos temas centrais do Cristianismo. Quem tem fé em Deus não é abalado pelas circunstâncias da vida, porque sabe que mesmo nos momentos de luta, o Senhor é fiel e as Suas promessas nunca são quebradas.

         E a boa notícia é que a fé é um elemento concentrado e poderoso, e esta acessível a todos. Um pouco de fé pode mudar a situação mais complicada que estivermos passando. A Bíblia relata a história de vários homens e mulheres que em fé fizeram a diferença no seu tempo. Seja através das adversidades ou da esperança a fé é o elemento único que pode unir a espera com a realização.

          Dois princípios básicos de alcance ou espera daquele que vive a fé, esta em alcançar as bênçãos Espirituais e Materiais.

  • ·         Bênçãos Espirituais. Em Jr. 17.14, nos mostra o que são bênçãos Espirituais. Cura e Salvação são os elementos esperados neste estágio, em que a fé se torna o elemento fundamental para se alcançar tais feitos.


1.    A Cura: está no físico (doenças e moléstias) e no espiritual (doenças da alma) onde Jesus Cristo de forma sobrenatural muda a realidade outrora sofrida para um estágio de graça, paz e nova realidade de vida. Todas as curas realizadas por Jesus em seu ministério terrestre exigiu daquele que estava enfermo o ato de acreditar, ou seja, a fé. (Evangelhos)

2.    Salvação: No livro de At. 16. 30,31 nos ensina a receita da salvação, onde mais uma vez a fé é colocada em evidência através da palavra crer. É impossível aceitar a salvação sem a fé, pois acreditar em novo céu e em uma nova terra se faz necessário ter um tempero a mais para acreditar nessa promessa feita por Jesus, e esse tempero se se chama fé.

  • ·         Bençãos Materiais. É o segundo estágio do princípio Benção, no livro de Dt. 8.18, nos mostra o princípio da promessa financeira e de multiplicação de nossos bens. É possível ser próspero e não deixar a presença de Deus, o que torna isto possível está em que o nosso coração entende como riquezas, em outras palavras, o que é mais precioso para nós? Mt. 6.21.


   A prosperidade material, ou Benção Material, se atrela á outras realidades de nível de complexidade extrema, pois Deus nos prova à fidelidade para exaltação pessoal, pois ele não divide a sua glória. Lc.16. 10,11.

     Nos momentos de provas, é onde a fé deve aparecer, e mostrar de que lado estamos, como Deus vai abençoar a vida de um homem, se ele não tem fé para dizimar nos momentos difíceis? Fp. 4. 12.
    
      Deus nos coloca no pouco, para nos provar em fé, se seremos fiéis nos dízimos e nas ofertas Mt. 25.21, nossas atitudes de fé nos levarão a lugares altos.


Conclusão:

          Sem fé é impossível agradar a Deus Hb. 11.6, sendo assim o que iremos escolher viver em fé ou sem ela. Pessoas nunca desfrutarão do sobrenatural, porque não vivem em busca do sobrenatural, estão presas a lógica e ao obvio, conquistam apenas o possível e natural, e nunca conhecerão e experimentarão o sobrenatural.


          Nossa infidelidade deve ser tratada e curada Os. 14.4, para desfrutarmos do melhor de Deus em nossas vidas. Ele quer te abençoar  em toda sua plenitude basta agirmos em fé, Ef. 1.3, viver em fé e simplesmente acreditar. 

          Deus não nos criou para vivermos conforme a música tocada, mas ele nos criou para compor a canção da vitória.  I Jo. 5.4.

Rev. ASD

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

ALIANÇA


TEXTO DE REFERÊNCIA: Gn. 17 1-9.

Introdução:

Aliança... Esta palavra no novo testamento significa: aceitar a proposta que já foi estabelecida por Ele quando concordou em nos abençoar e nos perdoar; foi elaborada e assinada com o sangue de Jesus na cruz, lá no Calvário. É uma promessa estendida desde o Gênesis a nós nos dias de hoje. Aliança é Compromisso, lealdade incondicional, pacto firmado sem fim, com quatro aspectos importantes. Partes, Condições, Resultados e Garantias.

  • Partes. É relacionado a pessoas envolvidas, ou seja, uma aliança necessariamente precisa ter duas ou mais pessoas envolvidas, para se caracterizar uma aliança. Exemplos como de Abraão e Abimeleque Gn. 21.27, a de Deus para Davi a aliança Dadívica 2ª Sm. 7.4-16, e com  a nova aliança em Cristo entre nós e Deus pela fé. Esta aliança esta fundamentada em Rm 4, Hb 11. O pai o filho e o Espírito Santo como parte líder da aliança e nós em fé, completando e formando a aliança.

  • Condições. Toda aliança exige condições ou clausulas a serem cumpridas. E de acordo com elas uma fidelidade e obediência são exigidas para que não venha sofrer uma ruptura da aliança formada.

Fidelidade Gn. 39.8.1ª Sm. 18.3-4.,

Obediência 1ª Pe.1.22, 1ª Sm 15.22.


  • Resultados. Simplificando em duas partes os resultados se resumem em bênçãos ou em maldições. Quando estudamos Dt. 28 a 30. Aprendemos nestes capítulos a verdadeira essência dos resultados de uma aliança. Dt. 28.1-14 nos mostra as bênçãos, e Dt. 28.15-68 todas as maldições do resultado de uma aliança quebrada ou não aceita. Dt. 30.19.

  • Garantias. As garantias são feitas de forma que venha assegurar o cumprimento da aliança, que deve ser feita através de juramentos ou confissões que firmem o acordado. O próprio Deus em Hb. 6.13-14 demonstra a necessidade e o poder de um juramento. Quando assumimos algo perante os Homens, é automaticamente ligado perante Deus. Mt. 16. 18-19. Se jurarmos ser fiel até a morte com Cristo ou em um matrimonio... Torna-se uma aliança de garantias. O quebrar dela acarretará o relato lido em Dt. 28.15-68.

Conclusão:

Fazer uma aliança é algo muito sério, para ser banalizada por GRANDES homens que dizem serem líderes nos últimos dias. Seja Matrimonial, Ministerial, Administrativo enfim não importa a forma, aliança é aliança. A vida cristã é uma chamada à fidelidade a Deus. Ele espera que seus filhos sejam fiéis, assim como Ele é fiel! Ele nos ajuda a nos manter fiéis, ainda que venham as dificuldades e tentações 1ª Co. 10.13. Não quebre a sua aliança com Ele, seja um vencedor.

...Não há nada que se possa esconder de Deus. Em toda a criação, tudo está descoberto e aberto diante dos seus olho...