quarta-feira, 13 de julho de 2016

AS SETE CARTAS PARTE I


PONTO DE PARTIDA...
PARTE I

TEXTO DE REFERÊNCIA: Ap.1.4-11.

Introdução:

                  As sete cartas são destinadas diretamente a remetentes claramente específicos, onde o teor de uma carta, não poderia ser dirigido para outro destinatário, sua singularidade é evidente.
               João (O APÓSTOLO) foi o escritor de apocalipse, estava preso na ilha de Patmos Ap.1.9, por pregar a verdade do cristianismo.
               Possa ser que sua escrita se deu entre 95 a 96 d.C. (Existem entendimentos de que esse João não seria o apóstolo, mas nada em concreto.)
                 Destinatários ilustres mais conhecidos como as sete Igrejas da Ásia, eram as congregações mais importantes desta região no início do cristianismo.
                A referência de Ap.1.1, nos faz compreender que essas sete igrejas, passavam situações que nos remetem aos dias de hoje. Pois em pleno século XXI, em sua tipologia textual, igrejas como as referendadas nessa revelação, vivem da mesma forma nos dias de hoje.
              Para compreendermos de forma clara o tema “As sete cartas”, precisamos compreender alguns elementos descritos nos textos onde iremos abordar este tema.

  • Desvendando elementos.
1.    Sete espíritos de Deus: Explicados em Is. 11.1-5 este texto nos mostra claramente quais são estes sete espíritos, ou seja, Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria, espírito de entendimento, o espírito de conselho, espírito de fortaleza, o espírito de conhecimento e o espírito de temor do Senhor.

2.    Sete candeeiros de Ouro: O candeeiro é uma peça que compõe o candelabro, que por sua vez possuía sete candeeiros. Esse conjunto de objeto tem como objetivo produzir iluminação em um ambiente seria uma espécie de lamparina. No contexto de Ap.1.12,13, fica explicito quem são estes setes candeeiros, embora já descritos em Ap. 1.20, são as sete igrejas da Ásia, ou seja, as destinatárias das sete cartas. Vale resaltar que a igreja é chamada de luz do mundo Mt. 5. 14-16, Ef. 5. 8,Ts. 5.5 I Jo. 1.7. As lâmpadas do candeeiro serviam “para alumiar defronte dele” Êx. 25.37, ou seja, do próprio candelabro. Da mesma forma a igreja foi chamada para brilhar diante do Senhor, e conforme os sete candeeiros do candelabro, devem brilhar continuamente. Lv. 24.2.

3.    Sete estrelas: As sete estrelas são os anjos das sete igrejas Ap.1.20, os sete pastores. Aqui se percebe a hierarquia criada por Deus, em produzir sua manifestação de zelo e cuidado pela sua palavra, Deus institui a igreja e os pastores como receptores de instruções, repreensões, cuidados e outros atributos para o seu povo, gerando orientações para a vida destas congregações da Ásia.

4.    A Chave da morte e do inferno: A chave da Morte é adquirida no ato em que Jesus ressuscita tirando assim todo o poder que a morte assim possuía. Hb. 2. 14,15, pois Jesus se torna o primogênito dos que irão ressuscitar I Co. 15. 20-23, pois todos os que Jesus ressuscitou durante o seu ministério, continuaram com seu corpo corruptível, menos Jesus, que alcançou seu corpo celestial.  Já a chave do inferno, sempre esteve com Jesus, pois o inferno está sendo preparado para o diabo e todos os demais descritos em Mt. 25.41. O que literalmente aprendemos nessa escrita, é que a Jesus lhe foi dado todo o poder. Mt. 28.18.

               Podemos também ver, que as características das igrejas naquela época são encontradas em sete fases distintas de toda história da igreja na Terra; desde o pentecostes até a volta de Cristo. Assim, como para aquelas cidades na época de sua escrita, as cartas contem elogios e repreensões para a igreja através dos séculos até os dias de hoje.
              As sete igrejas também simbolizam os sete tipos de Igrejas escatológicas encontradas nos últimos dias, e que individualmente vamos estudar.

            Venha conosco desvendar as sete cartas...

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